sábado, 31 de outubro de 2015

Renault Duster Oroch





A categoria de picapes ganhou não só um novo modelo, como um segmento que até então não existia. A Renault Duster Oroch inaugura a fatia apelidada de picapes médias-pequenas e chega com preço inicial de R$ 62.290 e a versão mais cara a R$ 72.490.
Até fevereiro, reinará sozinha nesse segmento, rivalizando com as opções topo de linha de picapes como Fiat Strada e Volkswagen Saveiro, e tentando lutar contra as versões iniciais de algumas picapes médias, como a líder da categoria Chevrolet S10 e a Ford Ranger. Mas, perto do Carnaval seu reinado pode ser abalado com a chegada da Fiat Toro, que terá posicionamento de mercado semelhante.
É uma pena que a Renault tenha decidido por manter um desenho muito semelhante ao doDuster na nova picape. A versão conceitual, apresentada durante o Salão de São Paulo, criou a expectativa de um carro com linhas bem mais modernas. Na prática, A Duster Oroch é uma versão ampliada do SUV, com caçamba. O que não necessariamente é ruim, especialmente na dirigibilidade. Autoesporte já dirigiu a picape e publicará avaliações em breve
A categoria de picapes ganhou não só um novo modelo, como um segmento que até então não existia. A Renault Duster Oroch inaugura a fatia apelidada de picapes médias-pequenas e chega com preço inicial de R$ 62.290 e a versão mais cara a R$ 72.490.
Até fevereiro, reinará sozinha nesse segmento, rivalizando com as opções topo de linha de picapes como Fiat Strada e Volkswagen Saveiro, e tentando lutar contra as versões iniciais de algumas picapes médias, como a líder da categoria Chevrolet S10 e a Ford Ranger. Mas, perto do Carnaval seu reinado pode ser abalado com a chegada da Fiat Toro, que terá posicionamento de mercado semelhante.
É uma pena que a Renault tenha decidido por manter um desenho muito semelhante ao doDuster na nova picape. A versão conceitual, apresentada durante o Salão de São Paulo, criou a expectativa de um carro com linhas bem mais modernas. Na prática, A Duster Oroch é uma versão ampliada do SUV, com caçamba. O que não necessariamente é ruim, especialmente na dirigibilidade. Autoesporte já dirigiu a picape e publicará avaliações em breve
Versões, preços e itens de série
A Oroch vai ser vendida em duas versões de acabamento diferentes, sendo que só a topo de linha terá a opção do câmbio manual de seis velocidades.
Expression 1.6 com câmbio manual - R$ 62.290: ar-condicionado, direção hidráulica, travas elétricas e rádio com CD, MP3, USB e Bluetooth. Há ajuste de altura do volante multifuncional e somente do banco do condutor. O pacote de itens também inclui desembaçador do vidro traseiro e travamento automático das portas, barras no teto, santantônio e protetor de caçamba. O kit de segurança é muito modesto: há alarme perimétrico, chave com comando de travamento a distância e os obrigatórios freios ABS e airbag duplo. As rodas são de liga-leve de 16 polegadas (opcionais de retrovisores elétricos e faróis de neblina por R$ 700).
Dynamique 1.6 com câmbio manual de cinco marchas - R$ 66.790: adiciona sistema multimídia, faróis de neblina, controle de velocidade de cruzeiro, retrovisores com ajustes elétricos, sensor de estacionamento e volante revestido de couro. Há, ainda, computador de bordo, e acionamento do vidro do motorista com um toque. Essas versões contam somente com bancos de couro como opcionais, mas há um kit, batizado de Outsider. Mais aventureiro, inclui protetor frontal com faróis adicionais, alargador de para-lamas, capota marítima e grade de proteção do vidro traseiro (opcionais de bancos de couro por R$ 1.700).



sábado, 19 de setembro de 2015

nova s10 High Country







A versão High Country é a nova topo de linha da gama da Chevrolet S10. Tabelada em salgados R$ 163.800, a picape chamou atenção ainda como conceito durante o Salão de São Paulo do ano passado. Agora, chega ao mercado sendo nada mais do que a variante LTZ equipada com alguns itens antes vendidos como acessórios. O desempenho continua o mesmo, ou seja: ela quer agradar a quem faz questão de uma picape com visual mais agressivo, além de fôlego para enfrentar terrenos acidentados. Dentro da cabine são poucos os diferenciais em relação à versão anterior.
As principais novidades são estéticas e do lado de fora da picape. A combinação do Santo Antônio, da inédita capota marítima e do friso cromado na linha de cintura garantem à versão um visual mais parrudo do que suas irmãs. Há, ainda, estribos laterais, rack de teto, aplique no para-choque e faróis com máscara negra, além dos símbolos que remetem à nova configuração. As rodas também são exclusivas, já que são de 18 polegadas e escurecidas
Na cabine, o conforto é garantido. O espaço interno é bastante bom e os bancos são revestidos de couro marrom e preto (tons exclusivos da High Country). Os itens de série são os mesmos da versão LTZ: ar-condicionado digital, tela multimídia com GPS, computador de bordo, volante multifuncional, retrovisores e ajustes do banco do motorista elétricos, controle de velocidade de cruzeiro, entre outros. O diferencial fica por conta da câmera de ré de série.
A High Country é sempre montada como versão cabine dupla com motor 2.8 turbodiesel de 200 cv a 3.600 rpm e 51 kgfm a 2 mil rpm. A transmissão é automática de seis velocidades. O conjunto não passou por alterações agora, já que foi renovado no segundo semestre do ano passado e entrega bom fôlego. Apesar do porte e do peso, a picape acelera bem e faz trocas de marchas suaves.
A tração integral pode ser comandada por um seletor entre os bancos dianteiros. Assim, o motorista pode optar pela tração 4x2, 4x4 ou 4x4 reduzida. Há, ainda, controle de velocidade de descida, que assume o comando do carro em ladeiras muito íngremes. As suspensões são bastante macias e garantem o conforto dos passageiros, mas não evitam que a picape fique instável com a caçamba vazia, como é comum em veículos desse tipo.

sábado, 12 de setembro de 2015

Jeep Renegade







Por baixo do capô
O Jeep Renegade é oferecido com duas opções de motor e três de câmbio. Há o 1.8 flex de 132 cv, que pode ser acoplado a uma transmissão manual de cinco marchas ou automática de seis. Já o 2.0 turbodiesel de 170 cv vem sempre acompanhado do câmbio automático de nove marchas. A tração pode ser 4x2 ou 4x4, dependendo da versão.
Mais do Renegade
O Renegade, produzido na fábrica da Jeep em Goiana (PE), é oferecido em três versões de acabamento: Sport, Longitude e Trailhawk. Com espaço para cinco ocupantes, ele mede 4,24 m de comprimento, 1,79 m de largura, 1,66 m de altura e 2,57 m de entre-eixos. Seu porta-malas tem capacidade para 260 litros.
Desde a versão de entrada, o Jeep vem equipado com ar-condicionado, direção elétrica, controle anticapotamento, assistente de partida em rampa, sistema isofix para cadeiras infantis, assistente de frenagem de emergência, travas e vidros elétricos nas quatro portas, retrovisores com ajuste elétrico, sistema de áudio com conectividade Bluetooth e USB, controles de áudio no volante, faróis de neblina, luzes diurnas, controlador de velocidade, sensor de estacionamento traseiro e rodas de 16 polegadas.


Honda HR-V






Linha 2016
O Honda HR-V estreou no mercado brasileiro em 2015. Utilizando uma versão amplamente modificada do Fit e o motor do Civic, o modelo foi a resposta da Honda para o crescente mercado de SUVs compactos. Sem pretensões para a trilha, o HR-V aposta no visual similar ao de um cupê mesclado com as linhas fortes características dos utilitários esportivos.
Sob o capô 

Todas as configurações do Honda HR-V são equipadas com um motor 1.8 16V flex oriundo do Civic e que é capaz de entregar 140 cv de potência e 17,4 kgfm de torque com etanol ou 139 cv e 17,3 kgfm respectivamente com gasolina. Todas as versões possuem câmbio automático de relações continuamente variáveis (CVT), exceto a de entrada, que é equipada com uma caixa manual de seis velocidades. Atração é sempre dianteira e não há opção por tração integral.
Mais do HR-V
O Honda HR-V tem 4,3 m de comprimento, 1,8 m de largura, 1,6 m de altura e 2,6 m de entre-eixos. O bagageiro comporta 431 litros de malas, conta com mais 6 litros abaixo do assoalho do porta-malas graças ao uso de um estepe temporário e o encosto do banco traseiro pode ser regulado de forma mais ereta, liberando um pouco mais de espaço.
O modelo possui o sistema ULT no banco traseiro, como no Fit, que permite o rebatimento completo com apenas um movimento e criando um assoalho plaino. Também permite erguer o assento para utilizar tal espaço no transporte de itens mais altos


sábado, 29 de agosto de 2015

Hyundai ix35 2016









A Hyundai-CAOA apresentou nesta terça-feira, 25 de agosto, a linha 2016 do ix35. O utilitário-esportivo passou por sua primeira reestilização (baseada no facelift realizado na Coreia do Sul), ganhando faróis com leds, para-choques redesenhados e uma nova grade frontal hexagonal.

A partir de agora, o SUV produzido em Anápolis (GO) será oferecido em três versões de acabamento. A versão de entrada sai por R$ 99.990 e vem com ar-condicionado, direção elétrica, rodas de liga leve de 18 polegadas, bancos revestidos parcialmente em couro, rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3, Bluetooth e faróis com leds.

A configuração intermediária custa R$ 109.990, acrescentando partida do motor e destravamento da porta sem chave, piloto automático, central multimídia com navegação por satélite (GPS) e câmera de ré. Para marcar o lançamento do modelo, aliás, a CAOA venderá as primeiras 4.500 unidades da versão intermediária com airbags laterais e de cortina.

 A versão mais cara tem o preço sugerido de R$ 122.990, trazendo a mais revestimento interno em couro, ar-condicionado digital bizona, banco do motorista com ajustes elétricos, lanternas em led, teto solar panorâmico e controles de tração e de estabilidade. A importadora anunciou também o lançamento da versão Launching Edition, limitada a 300 unidades – sendo 176 da versão intermediária e 124 da configuração topo-de-linha.

Impressõe
 ao Dirigirs
Nenhuma mudança foi realizada no motor 2.0 flex, que entrega até 167 cv se abastecido com etanol, nem na transmissão automática de seis marchas. Mas isso está longe de ser um problema. O ix35 continua agradando tanto pelas respostas rápidas do motor quanto pela estabilidade em curvas, bastante elogiável para um SUV. A transmissão forma um casamento feliz, trabalhando de forma eficiente e reduzindo marchas quando necessário, mesmo sem que o motorista precise intervir trocando as marchas por toques na alavanca de câmbio.
Como pontos negativos, a Hyundai poderia ter recalibrado a direção elétrica progressiva, segura em velocidades altas, mas leve demais em velocidades baixas. E o interior, apesar de espaçoso e confortável, começa a dar sinais da idade de um projeto lançado há cinco anos - especialmente em detalhes como a iluminação azulada do painel. Mas nenhum destes defeitos abala o prestígio do ix35, que lidera sua categoria com uma média de 1.600 unidades vendidas por mês. Com as mudanças, a Hyundai espera atingir a marca de 2.000 veículos mensais.


vw speed up







Há 15 anos, a Volkswagen surpreendeu o país lançando o Gol 16V Turbo. Naquela época, a versão esportiva de 112 cv nasceu por motivos mercadológicos, já que o Gol entregava desempenho de 2.0 pagando os mesmos 10% de IPI de qualquer popular. A linha 16V Turbo nunca vendeu bem e saiu de cena dois anos depois, mas os alemães não esqueceram a inusitada combinação. O novo turbinado do pedaço é o Up!.

Agora a realidade é outra. A necessidade latente de reduzir os níveis de emissões de poluentes e consumo de combustível fez o conceito de downsizing chegar com força total ao Brasil. Foram investidos R$ 460 milhões para iniciar a produção local do motor 1.0 TSI. Como resultado, o Up! brasileiro terá o propulsor antes mesmo da Alemanha, onde o compacto ganhará a tecnologia apenas no fim do ano. Com o novo motor estreia o Speed Up!, "série especial em quantidade ilimitada" nas palavras da própria VW. A nova versão vem apenas na cor branca com tampa do porta-malas pintada de preto (assim como as outras versões TSI), teto preto e espelhos retrovisores e faixas laterais na cor azul. O interior tem acabamento preto com uma discreta inscrição "Speed" no lado do passageiro. A equipe de design diz ter se inspirado nos clássicos Gols GT e GTi, mas melhor seria se a referência fosse o GT Up! europeu, bem mais ousado que seu "primo" brasileiro. Se o estilo chamativo do Speed Up! não te agradou, saiba que o motor turbo estará disponível em todas as versões do Up!, exceto a Take. Mas por que não chamá-lo de Up! Turbo? "Além de não seguir o padrão de nomenclatura mundial da empresa, acrescentar o nome Turbo sugere a mera instalação de uma turbina no motor MPI, sem realizar outras modificações", afirma Roger Guilherme, engenheiro de powertrain da Volkswagen.


De fato, a adoção do turbocompressor não foi a única alteração. O motor EA-211 ganhou injeção direta
de combustível já adaptada à tecnologia flex, tornando-se o primeiro motor turbo com essa configuração feito no Brasil. O conjunto traz a tecnologia de duplo comando de válvulas variável na admissão e no escape. Diversos componentes, aliás, foram trocados por outros mais reforçados, incluindo bielas redimensionadas, virabrequim forjado e pistões mais altos. O carro tem ainda o M-ABS, uma espécie de controle de tração que age quando as rodas destracionam. Até as incômodas vibrações do motor tricilíndrico foram atenuadas pela adoção do coxim hidráulico, reduzindo também o nível de ruído

As mudanças elevaram a potência para 105 cv a 5 000 rpm se abastecido com etanol, caindo para 101 cv à mesma rotação quando o tanque está cheio de gasolina. Mais do que os 23 cv extras, impressiona o torque máximo de 16,8 mkgf, disponível a apenas 1 500 rpm. A partir daí o turbo "enche" rapidamente, dando muita agilidade no dia a dia. Nem de longe o Up! TSI lembra um 1.0, saindo na frente nos semáforos e fazendo ultrapassagens sem dificuldades. O compacto também foi bem na pista de testes, sendo quase 50% mais ágil na retomada de 80 a 120 km/h em quinta marcha, provando que não é preciso reduzir marchas para fazê-lo embalar - um dos maiores problemas crônicos dos carros 1.0. 


Embora as relações de marcha tenham sido mantidas, a relação do diferencial foi alongada em 26% em nome da economia de combustível. Nossas medições indicaram 13,8 km/l na cidade e 16,3 km/l na estrada, números muito próximos aos 14,1 km/l e 17,8 km/l do Up! aspirado. 

Mas o Up! TSI poderia custar menos: todas as versões são R$ 3 100 mais caras diante do Up! MPI, variando de R$ 43 490 para o Move Up! TSI a R$ 49 990 no Speed Up!.





sábado, 22 de agosto de 2015

novo outlander



Mitsubishi Outlander 2016




Linha 2016
O modelo 2016 do Mitsubishi Outlander sofreu mudanças visuais que incluem grade frontal, faróis, lanternas traseiras e para-choques novos. Segundo a fabricante, foram feitas mais de 100 alterações. Porém, a principal novidade é a adoção de um motor turbo, que se soma às versões à gasolina já oferecidas.
Por baixo do capô
O Outlander de entrada é equipado com motor 2.0 a gasolina que gera 160 cv de potência e 20,1 kgfm de torque, com câmbio automático do tipo CVT que pode simular seis marchas em modo manual. A versão intermediária GT traz um 3.0 V6 a gasolina de 240 cv e 31 kgfm, com câmbio automático de seis marchas. Por fim, a novidade no catálogo conta com um motor 2.2 turbo a diesel de quatro cilindros com 165 cv e 36,7 kgfm. O câmbio também é automático de seis velocidades. Há ainda uma versão híbrida plug-in, a PHEV, que traz dois motores elétricos de 60 kW (81,6 cv), um para cada eixo, atuando com um propulsor 2.0 a gasolina que serve apenas como gerador para alimentar a bateria.
Mais do Outlander
Importado do Japão, o SUV é oferecido em quatro configurações: 2.0, GT (única que pode ser equipada com o kit opcional Full Technology Pack) Diesel e PHEV (híbrida). Apenas a versão de entrada e a PHEV possuem cinco lugares. Todas as demais são de sete lugares. O Outlander tem 4,7 m de comprimento, 1,8 m de largura, 1,7 m de altura e 2,8 m de entre-eixos. O porta-malas acomoda 798 litros de bagagem.
O SUV possui tração 4x4 que pode funcionar sob demanda - com a força indo para o eixo traseiro apenas se necessário - ou transferindo metade da força para cada eixo acionando-se um botão no console central. Desde a versão de entrada, o modelo traz de série direção elétrica, ar-condicionado, teto solar elétrico, bancos de couro com ajuste elétrico para o motorista, sistema multimídia com Bluetooth e entrada USB, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, rodas de liga leve aro 18, controlador de velocidade e sete aibags.


novo jetta

Volkswagen Jetta 2015 (Foto: Divulgação)



Após revelar o novo visual do Jetta no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro, aVolkswagen finalmente divulgou os preços do modelo 2015, que começa a desembarca nas lojas essa semana. Ainda importado do México, o sedã passa a contar com uma inédita versão de entrada - a Trendline, oferecida por R$ 69.990.
Equipado com motor 2.0 flex de 116/120 cv e câmbio automático de seis marchas Tiptronic, o sedã oferece ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, rádio integrado com conectividade Bleutooth e entradas USB e auxiliar, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, computador de bordo e rodas de liga leve de 16 polegadas calçadas em pneus 205/55. Em segurança, além do regulamentar ABS, o Jetta traz ainda airbags frontais e laterais dianteiros. Não há opcionais, os que desejarem itens de segurança como ESP e controle de tração, terão que comprar o top Highline, enquanto o Jetta antigo oferecia os itens desde o mais barato. Bola fora diante de rivais que valorizam o item de segurança ativa.
O mesmo quatro cilindros de até 120 cv também está debaixo do capô da versão intermediária Comfortline, sugerida por R$ 73.990. O kit de equipamentos da configuração adiciona sistema multimídia com tela sensível ao toque, 8 alto falantes e volante multifuncional com borboletas para trocas de marcha. Como opcionais, conta com o Kit Exclusive de R$ 5.747, que inclui ar-condicionado digital dual zone, espelho interno antiofuscante e externos rebatíveis eletricamente, sensores de chuva e de luz, revestimento em couro sintético, rodas aro 17 com pneus 225/45, partida sem chave e sistema de som com tela touchscreen e navegador GPS. Teto solar é oferecido separadamente por R$ 4.127.

Já a topo de linha Highline, a única versão a oferecer o motor 2.0 turbo de 211 cv e o câmbio de dupla embreagem de seis marchas DSG, parte de R$ 93.990. Além do conjunto mecânico mais refinado, a variante traz ar-condicionado digital duas zonas, direção elétrica, central multimídia com tela sensível ao toque de 6,5 polegadas (sem navegação), controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, volante multifuncional com borboletas para troca de marchas, lanterna traseira com iluminação em led e bancos de couro Native (artificial). Além de seis airbags, o que inclui os do tipo cortina.

No mais caro, teto solar também é oferecido como extra, além de dois packs separados. O Exclusive sai mais barato no Highline, por R$ 3.862, e traz itens ligeiramente diferentes, entre eles bancos de couro natural aquecidos na dianteira e controle de cruzeiro. Já o pack premium sai por R$ 5.564 e adiciona em relação ao Exclusive banco do motorista com ajustes elétricos, faróis bixenônio com iluminação dinâmica e luzes em leds, sistema de partida sem chave e navegador com GPS. Com tudo, chega a R$ 103.681, sem contar pintura metálica (R$ 1.122) ou perolizada (R$ 1.657).


sábado, 15 de agosto de 2015

novo civic





Fãs do Civic, a espera acabou. O novo Civic Si está entre nós. A estreia do modelo irá ocorrer durante o Salão do Automóvel, em São Paulo, e após a exibição o modelo estará à venda nas concessionárias. A Honda decidiu romper com a discrição do modelo descontinuado em 2011, e trouxe uma verdadeira "nave", conforme a gíria de Facebook. Em vez do sedã, agora teremos o cupê, só com duas portas - ainda que o três-volumes esteja disponível nos Estados Unidos. Também não teremos produção local: o carro chega por aqui importado do Canadá. O preço não foi definido, mas deve ficar em torno de R$ 110000, valor suficiente para equipara-lo ao Volkswagen Golf - seu principal rival.

O motor é um 2.4 i-VTEC, conectado a uma transmissão manual de seis marchas (mesma opção do Civic vendido entre 2007 e 2011). A potência aumentou de 192 cv para 206 cavalos a 7000 rpm. A ousadia do exterior vem acompanhada de algums exageros estéticos, como a adoção de rodas 225/40 R18. Na traseira, um gigante aerofólio de série - o maior que o Civic já recebeu em toda a sua história.


Aliás, não haverá equipamentos opcionais, somente acessórios vendidos nas lojas. Completo de série, o comprador só escolherá entre as quatro cores disponíveis (laranOutra justificativa para o aumento no tempo é o peso: o novo Civic pesa 1359 quilos, 37 a mais que o anterior. Mas o peso extra compensa em forma de comodidade. Há câmera de ré, teto solar elétrico, piloto automático, seis airbags, sistema de som multimídia com uma tela sensível ao toque de 7 polegadas. Com esse tamanho, esse display se assemelha a um tablet.ja, vermelho, preto e branco).


Ao acelerar forte, um indicador no topo do painel sinaliza a atuação do controle variável de válvulas (i-VTEC). Quatro luzes vermelhas se acendem conforme o giro aumenta. Quando a rotação se aproxima do limite, um shift-light avisa ao motorista-piloto o momento de trocar a marcha. O som do motor se torna evidente na cabine, pois a marca caprichou no tratamento acústico. Do lado externo, é possível notar também o abafador traseiro destacado na parte inferior.


Na pista, o Civic Si foi de 0 a 100 km/h em 8,2 s. Não é um número ruim, mas o teste realizado com a geração anterior, em abril de 2007, registrou 7,9 segundos. Só para comparar, o Golf GTI completa a mesma prova em apenas 6,7 s. Além do turbo (o Civic é aspirado), o Volks também conta com a transmissão automatizada DSG.





sábado, 8 de agosto de 2015

novo ford focus




A versão três volumes do Focus acaba de ganhar as modificações visuais apresentadas em junho no hatchback. E sua principal novidade não está no visual nem na mecânica, mas sim em seu nome: ele passa a ser chamado de Focus Fastback, evocando a mais famosa versão do Mustang, maior ícone esportivo da Ford. Mas não se engane com o sugestivo e pomposo nome - ele é o mesmo Focus Sedan apresentado em 2013 que ganha as atualizações da reestilização.
No visual, a principal mudança está na dianteira, incorporando a nova grade ao estilo Aston Martin, como no hatch. Na traseira, as mudanças são bem mais sutis, com nova disposição de luzes nas lanternas e uma sutil mudança na tampa do porta-malas na área ao redor da placa. Fora isso, ele mantém o design interessante, com carroceria repleta de vincos marcantes no capô e nas laterais, além da charmosa caída suave do teto em direção à traseira.
Essa última característica, aliás, foi a deixa para a adoção do nome Fastback. A intenção é, obviamente, associar a imagem do carro com esportividade e atingir um público-alvo mais específico do segmento dos sedãs médios. A Ford chegou a conclusão que é perda de tempo ir atrás do consumidor clássico de Toyota Corolla e Honda Civic, mais conservador, e quer, "atrair um consumidor que seja entusiasta de automóveis, deseje uma pegada e design esportivos, além de tecnologia embarcada", nas palavras do gerente de marketing Oswaldo Ramos.
Ao volante - O conjunto mecânico do Fastback não sofreu alterações e manteve o motor 2.0 bicombustível de injeção direta, com 178/175 cavalos (etanol/gasolina) de potência e 22,5/21,5 mkgf de torque máximo a 4 500 rpm - com 88% já disponíveis a partir de 2750 rpm, o que lhe garante um bom fôlego nas acelerações e retomadas, com pronta resposta ao acelerador. O câmbio automatizado de dupla embreagem também colabora, oferecendo trocas rápidas, realizadas em apenas 2 décimos de segundo, mas de forma suave.

novo spacefox

VW SpaceFox Highline I-Motion (Foto: Divulgação)




Retocado a la Fox. Tal como o hatch, o Volkswagen SpaceFox teve faróis, lanternas e capô atualizados - está com aparência mais encorpada e elegante. Outra importante alteração foi feita sob o capô da série Highline, com a adoção do motor 1.6 16V flex de até 120 cv, com sistema que dispensa o tanque de partida a frio. Confira nosso teste da versão Highline I-Motion, que parte de R$ 69.220.
Itens de série
Na versão topo de linha com câmbio automatizado, o preço inicial assusta, pois o carro não vem completinho. Embora o pacote de série conte com itens como sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, controle de tração, volante multifuncional de base reta, mesinha tipo aviação nos encostos de banco e rodas de liga leve de 15", fica devendo controle de estabilidade, assistente de partida em rampa, sistema de som com GPS, entre outros.
Com todos os opcionais - a lista ainda inclui teto solar -, o preço final passa de R$ 78 mil. Uma pena a perua ser tão cara, pois tem muitas qualidades. É confortável, espaçosa (porta-malas aferido de 468 litros), estável em curvas e boa de frenagem (percorre 27,1 metros no 80-0 km/h).
VW SpaceFox Highline I-Motion (Foto: Divulgação)


Atualizado, o câmbio I-Motion de cinco marchas ainda carece de afinação em baixas rotações. Os trancos incomodam e a imprecisão do conjunto irrita em manobras. No 0 a 100 km/h, são gastos 11,3 segundos, índice satisfatório para o porte e categoria do modelo.
Como o torque máximo de 16,8 kgfm surge a 4.000 rpm, o desempenho em retomadas não deixa a desejar. De 60 a 100 km/h, por exemplo, são necessários 5,8 segundos. A 120 km/h, o motor do Volks trabalha em 3.200 giros e, graças ao bom isolamento acústico da cabine, não incomoda os ocupantes com excesso de ruído.
A posição de dirigir é elevada, mas a ergonomia não é perfeita. Apesar do bom posicionamento dos comandos principais e do volante de ótima empunhadura, o banco apoia mal as costas e a cabeça e a coluna "A" traz um chato ponto cego.
No banco de trás, não há cinto de três pontos para quem viaja no meio. Um bom modelo, mas que não tem forças para salvar o cada vez mais escasso segmento das peruas. O consumo de combustível, entretanto, é agradável. Com etanol, a SpaceFox faz 8,4 km/l na cidade e 11,4 km/l na estrada.

FLAGRAMOS O RENAULT DUSTER OROCH SEM DISFARCE

Flagra do Renault Duster Oroch pelas ruas do Rio de Janeiro (Foto: Leonardo Kovanski/Autoesporte)



Renault não esconde mais o Duster Oroch desde que ele deu as caras no Salão de Buenos Aires. Contudo, o lançamento será apenas em outubro, quando começa a ser comercializado o utilitário. Até lá, o carro continua a rodar pelo Brasil e foi flagrado sem disfarces pelo atento leitor Leonardo Kovanski nas ruas da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O modelo já pode estar sendo apresentado para concessionários.

O porte é bem maior do que o do Duster, são 4,70 metros de comprimento, 1,80 m de largura e 1,69 m de altura, sendo que a caçamba sozinha terá 1,35 m. Como comparação, o comprimento do mesmo compartimento de umChevrolet S10 é de 1,48 m. Para chegar mais próximo das picapes médias e se afastar um pouco das pequenas, o Oroch vai investir em um extensor de caçamba.  A capacidade, contudo, o deixa no segmento das picapinhas compactas, com 650 kg de capacidade.